toda mudança é incômoda. abrir mão do conhecido e encarar o desconhecido é desgastante. ampliar a zona de conforto é desconfortável. desbravar dá cagaço.
então nos recolhemos numa concha. revemos os movimentos automáticos, retomamos o modo manual e ficamos que nem barata tonta com as novas informações. neste momento resolvemos passar bastante tempo sozinhos para acostumarmos com os novos conceitos... antes de interagir novamente.
todos deveriam degustar uma fase de transição. é rico e necessário. chega de negar, relutar, nadar contra a corrente, debater-se. tudo isso só serve para ficarmos estagnados naquela mesma situação. por quanto tempo mais?
ouvindo: o velho e o moço - los hermanos
